quarta-feira, 6 de março de 2013

Boca no Trombone - Parte 08

Amigos e amigas!
Essa foto abaixo foi tirada há 03 anos atrás em um dos meus muitos protestos aqui em Brasília contra o alto preço das inscrições das corridas de rua e a não premiação das faixas etárias, foi na 1ª Corrida das Pontes em 2010, infelizmente ainda hoje uns 02 ou 03 corredores estão confundindo as bolas...Nós não queremos correr de graça não, só queremos pagar um preço justo nas inscrições e pedir que voltem a premiarem pelo menos com troféus as faixas etárias, caracas será que preciso abrir a cabeças desses corredores para eles entenderem isso? Eles não sabem que tem organizadores de corridas aqui no Brasil que ganham 80 milhões de reais por ano com as corridas de rua? Sempre protestei e sempre vou protestar aqui sobre essa causa, doa a quem doer!!!
Kalango meu amigo concordo com você é inadmissível que isso venha acontecendo, o que falta é a união dos corredores, pois os mesmos não sabem o poder que tem, o dia que todos se unirem muita bagunça irá acabar...Um forte abraço.

4 comentários:

André Ricardo disse...

Amigo, estou de acordo com seu post em genero, numero e grau! Como faço para colocar o seu blog em meus favoritos ?
Abraços
Andre Ricardo
http://canal100parar.blogspot.com.br/

ivana. disse...

Bahhh, amigo, 80 milhões ?? Que absuuuuuuuuurdo, é demais ... E depois é o servidor público o culpado de tudo, não é mesmo ? kkkkk ... É isso aí, tem mais é que colocar a boca no trombone mesmo, por valores mais justos e unânimes a todos. Beijo.

Anônimo disse...

É Jorge! Mas sabe.. quem tem bancado mesmo as corridas, são as empresas e seus programas de incentivo ao esporte. O público tem sido esse atualmente e menos em quantidade as pessoas individualmente. O preço só vai cair mesmo se nossa economia entrar em crise e esse dinheiro sair para outros fins dentro dessas empresas.
Ricardo Dungó

Anônimo disse...

Como minha empresa não banca... O2 e Iguana nem pensar. Prefiro gastar com transporte para ir correr em lugares longe a dar lucro pra essas empresas.
Juliana Carpes Imperial